Com experiências em Copas do Mundo, o coordenador de esportes da Rede Record, Rodrigo Koch, relatou a atuação dos jornalistas em eventos desse porte, principalmente com relação ao último, realizado na África do Sul. Koch apresentou as principais preocupações e os principais desafios a serem superados pelo Rio Grande do Sul até 2014, entre eles, manter e superar a qualidade nos serviços e atrair clientes - sejam eles turistas, sejam eles delegações. “Eu tenho certeza que, depois de 2014, Porto Alegre e o Rio de Janeiro poderão sediar outros eventos. No futuro, com o legado, com a infraestrutura, se houver esforço do poder público e privado, Porto Alegre poderá sediar o Mundial Interclubes”, afirmou Koch.
A qualidade dos serviços também é uma preocupação destacada pelo colunista da Zero Hora, Luiz Zini Pires. Segundo Zini, a pouca preparação das pessoas para dar informações, pro exemplo, foi um dos problemas enfrentados durante a Copa de 2010. “Se o jornalista for bem recebido, vocês podem ter certeza que a cidade será muito bem comentada”, declarou o colunista de ZH.
Já Gustavo Vitorino, da Rede Pampa, chamou a atenção dos municípios para a grandiosidade da Copa do Mundo, que não é apenas um acontecimento de futebol. “É errado tratar a Copa do Mundo como um evento esportivo. Ela é uma oportunidade de negócios”, destacou Vitorino.
Realizado pelo Governo do Estado, através da Secretária Extraordinária da Copa 2014, O 1º Seminário Gaúcho para a Copa do Mundo 2014 contou com a presença de prefeitos e secretários dos 30 municípios gaúchos pré-candidatos a Campo Base, além de autoridades do governo estadual.
Publicada em www.portoalegre2014.rs.gov.br em 01/09/2010
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